quinta-feira, 17 de abril de 2008
Humanismo
Um período de decadência dos anos de 1400, estando toda a produção poética do período ligada ao Cancioneiro geral, organizado por Garcia de Resende. Essa poesia, por se desenvolver no ambiente palaciano, é conhecida como poesia palaciana.O Humanismo é um período muito rico no desenvolvimento da prosa, graças ao trabalho dos cronistas, notadamente de Fernão Lopes, considerado o iniciador da historiografia portuguesa. Outra manifestação importantíssima que se desenvolve no Humanismo já no inicio do século XVI, é o teatro popular, com a produção de Gil Vicente.Tanto as crônicas históricas como o próprio teatro vicentino estão intimamente relacionados com as profundas transformações políticas, econômicas e sociais verificadas em Portugal no final do século XIV e em todo o século XV.O Humanismo marca toda a transição de um Portugal caracterizado por valores puramente medievais para uma nova realidade mercantil, em que se percebe a ascensão dos ideais burgueses. A economia de subsistência feudal é substituída pelas atividades comerciais; inicia-se uma retomada da cultura clássica, esquecida durante a maior parte da Idade Média; ao lado do pensamento teocêntrico medieval, começa a surgir uma nova visão do mundo que coloca o homem como centro das atenções (antropocentrismo).
quinta-feira, 27 de março de 2008
Gênero lírico
Um texto lírico só pertence ao gênero lírico quando nele predomina a expressão eu...
Esse eu que fala no texto projeta seu mundo interior,expressando seus sentimentos, desejos e emoções. Portanto, no texto lírico, que pode ser escrito em prosa ou verso, ocorre a manifestação plena de uma individualidade.
Ex:
Soneto de fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vive-lo em cada vao momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angustia de quem vive
Quem sabe a solidao, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que nao seja imortal, posto que e chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
Esse eu que fala no texto projeta seu mundo interior,expressando seus sentimentos, desejos e emoções. Portanto, no texto lírico, que pode ser escrito em prosa ou verso, ocorre a manifestação plena de uma individualidade.
Ex:
Soneto de fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vive-lo em cada vao momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angustia de quem vive
Quem sabe a solidao, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que nao seja imortal, posto que e chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
quinta-feira, 13 de março de 2008
Quem sou eu...
Meu nome eh Laura, tenho 15 anos, este eh o meu segundo ano no Ensino Medio e estou cursando Literatura 1.
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